Projeto de Acessibilidade
As barreiras físicas muitas vezes impedem o usufruto dos espaços, além de serem um risco à vida de pessoas com deficiência. Os projetos de acessibilidade visam promover a inclusão social.
Projeto de Adequação Acústica
O processo de isolamento acústico em indústrias exige um estudo das condições do ambiente, equipamentos que deverão ser isolados e quais os materiais adequados.
Projeto de Conforto Térmico
No projeto térmico define-se a constituição das paredes, pavimentos, pontes térmicas, etc de modo a melhorar o conforto térmico e a eficiência energética.
Projeto de Brigada de Incêndio e Pânico
O projeto de incêndio serve para indicar os locais onde vai ficar a iluminação de emergência, extintores, detectores de fumaça, e, o mais importante, o projeto de incêndio serve para definir proteções passivas em caso de incêndio.
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Najet Saleh
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Arquitetura Inclusiva: sua importância nos escritórios corporativos
Nos ambientes de trabalho, a acessibilidade não deve ser tratada como um item adicional ou de conformidade normativa. A arquitetura inclusiva, quando incorporada desde a concepção dos espaços, transforma o ambiente corporativo em uma estrutura funcional para todos — com ou sem deficiência, permanentes ou temporárias, físicas, sensoriais ou cognitivas. Cada vez mais, a presença de uma força de trabalho diversa exige que os escritórios sejam projetados para refletir essa pluralidade. A arquitetura tem papel central nesse processo: cria ou limita oportunidades, promove ou exclui, facilita ou impede a autonomia. É nesse ponto que o design universal e os princípios da inclusão arquitetônica se tornam essenciais. A seguir, a Medvitae Arquitetura explora melhor o assunto. Acompanhe. O que é arquitetura inclusiva e por que ela importa A arquitetura inclusiva não se limita à instalação de rampas ou banheiros acessíveis. Trata-se de uma abordagem projetual ampla que considera, desde o início, a diversidade de corpos, capacidades e modos de percepção. É baseada no conceito de design universal, que busca soluções que funcionem para o maior número possível de pessoas sem a necessidade de adaptações posteriores. No contexto corporativo, essa abordagem representa um avanço importante no reconhecimento das diferenças individuais como parte da normalidade. Além de atender à Lei Brasileira de Inclusão (LBI), aplicar os princípios da arquitetura inclusiva demonstra um posicionamento ético e estratégico das organizações em relação à diversidade humana. Escritórios pensados sob essa lógica favorecem a autonomia, a igualdade de participação e a permanência de diferentes perfis de profissionais, sem exclusões implícitas. Como aplicar inclusão nos escritórios corporativos A implantação efetiva de um ambiente corporativo inclusivo, por sua vez, requer medidas combinadas em diferentes dimensões da arquitetura: física, sensorial e cognitiva. Na prática, isso envolve desde as dimensões e posicionamento do mobiliário até as características dos materiais, das cores, da iluminação e da sinalização. Na acessibilidade física, por exemplo, destacam-se elementos como rampas com inclinação adequada, corrimãos duplos, portas largas com abertura automática, corredores com circulação fluida, banheiros adaptados com barras de apoio e pias suspensas, entre outros. O mobiliário precisa considerar variações de altura, apoio lombar, espaço para cadeiras de rodas e opções modulares para reorganização do layout. No campo sensorial, é essencial o uso de sinalização visual e tátil combinada, contrastes cromáticos para facilitar a leitura visual, sinalização em braille e dispositivos sonoros. Softwares leitores de tela, sistemas de amplificação sonora, legendas e intérpretes de Libras completam o conjunto de recursos que garantem acesso às informações. A acessibilidade cognitiva, frequentemente negligenciada, é igualmente relevante. Espaços com layout previsível, organização clara, redução de estímulos excessivos e sinalização direta com pictogramas facilitam o uso por pessoas com deficiência intelectual, neurodivergências ou transtornos do espectro autista. A combinação entre diferentes formas de apresentar a informação (visual, sonora, tátil) amplia a compreensão e reduz as barreiras subjetivas. Os ganhos reais para as empresas Empresas que incorporam esses princípios colhem benefícios que vão além da inclusão social. A arquitetura inclusiva impacta diretamente a produtividade, o engajamento e o bem-estar das equipes. Ao remover obstáculos físicos e perceptivos, por outro lado, cria-se um ambiente mais confortável e funcional para todos — inclusive para quem não se encaixa em um perfil com deficiência formalmente reconhecida. A retenção de talentos também acaba influenciada. Funcionários que se sentem respeitados em sua individualidade tendem a permanecer em empresas que proporcionam condições adequadas de trabalho. Além disso, a reputação da marca é fortalecida. Organizações com práticas inclusivas são percebidas como mais responsáveis, modernas e preparadas para lidar com os desafios sociais contemporâneos. Estudos reforçam essa correlação. Segundo a Accenture, empresas líderes em inclusão superam concorrentes em até 30% no desempenho financeiro. Isso evidencia que os ganhos não são apenas simbólicos, mas concretos e mensuráveis, refletindo-se na performance corporativa. Exemplos práticos no mercado Diversas empresas têm investido em soluções estruturais que incorporam a inclusão desde a base do projeto. A Microsoft, por exemplo, desenvolveu um programa específico de design inclusivo que orienta desde os espaços físicos até os produtos digitais. Em seus escritórios, o layout é adaptável, os ambientes possuem sinalização acessível e há suporte com tecnologias assistivas para diversos tipos de deficiência. A Salesforce Tower integrou rampas, sinalização tátil e sonora, mobiliário regulável e sistemas de acessibilidade digital para seus colaboradores. Já a IBM criou um centro de acessibilidade que atua na integração entre arquitetura, tecnologia e políticas internas de inclusão, refletindo esses princípios em seus espaços de trabalho. Esses exemplos mostram que a inclusão não precisa ser uma intervenção pontual ou corretiva, mas pode — e deve — ser uma diretriz orientadora dos projetos arquitetônicos corporativos. Obstáculos enfrentados na implementação da arquitetura inclusiva Apesar da clareza dos benefícios, ainda há barreiras relevantes à implementação da arquitetura inclusiva. O primeiro obstáculo, por exemplo, envolve o custo. Projetar ou adaptar escritórios com recursos acessíveis exige investimento em infraestrutura, equipamentos especializados e capacitação técnica. Além disso, há o desafio da qualificação profissional: muitos arquitetos, engenheiros e gestores de facilities não foram formados para considerar critérios de acessibilidade de forma integrada. A ausência de conhecimento técnico leva a decisões ineficazes ou soluções genéricas que não atendem às necessidades reais dos usuários. A cultura organizacional também acaba um fator crítico. Empresas que não priorizam a inclusão em seus valores e práticas acabam tratando a acessibilidade como um requisito secundário. Essa negligência se reflete nos espaços: ambientes padronizados, com limitações de uso e pouca atenção às diferenças humanas. Caminhos para tornar o projeto viável Por fim, para superar essas barreiras, acaba necessário construir um planejamento estratégico que envolva diferentes áreas da empresa. Isso começa pela definição de orçamento específico para ações de acessibilidade, inclusive prevendo incentivos fiscais ou parcerias públicas quando disponíveis. A formação continuada das equipes de arquitetura, engenharia, RH e liderança é outro fator essencial. O entendimento dos conceitos de inclusão precisa ser aprofundado e disseminado entre todos os envolvidos no ciclo de decisão e implementação. Além disso, a escuta ativa das pessoas com deficiência e demais usuários com necessidades específicas deve orientar os ajustes no ambiente. A criação de
O que é um laudo de acessibilidade?
Em um país onde cerca de 18 milhões de pessoas convivem com algum tipo de deficiência, segundo relatório do IBGE, a acessibilidade deixou de ser um diferencial para se tornar uma exigência legal e social. O laudo de acessibilidade, por outro lado, surge como instrumento técnico para garantir que os espaços construídos estejam preparados para receber a todos, sem barreiras físicas ou comunicacionais. Por isso, neste conteúdo, a Medvitae Arquitetura explica de fato o que é esse tipo de laudo, para que ele serve, o que é avaliado e quem pode emiti-lo. Acompanhe. O que é um Laudo de Acessibilidade? O laudo de acessibilidade é um documento técnico elaborado por um profissional habilitado com a finalidade de avaliar se uma edificação — pública ou privada — atende aos critérios de acessibilidade definidos por norma técnica e legislação vigente. A acessibilidade, nesse contexto, diz respeito à possibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida usufruírem do espaço com segurança, autonomia e dignidade. O documento não se limita a uma verificação superficial. Ele acaba como um resultado de uma vistoria detalhada que identifica pontos de não conformidade e apresenta orientações técnicas para que o imóvel se adeque às exigências legais. A base normativa para essa avaliação está principalmente na NBR 9050 (da ABNT), além de dispositivos da Lei Brasileira de Inclusão (Lei n.º 13.146/2015). O que é avaliado na vistoria? Durante a vistoria, acabam analisados todos os elementos do ambiente que impactam a acessibilidade física, visual, auditiva ou cognitiva. O profissional responsável verifica a existência (ou ausência) de rotas acessíveis que conectem entradas, ambientes internos e espaços externos. Além disso, avalia-se a largura de corredores, portas, inclinação de rampas, degraus, altura de balcões e mobiliário, bem como o acesso a sanitários e vestiários. Outros aspectos fundamentais incluem: Vagas de estacionamento reservadas e sinalizadas corretamente. Calçadas com piso tátil direcional e de alerta, rebaixamento de guias e ausência de obstáculos. Presença de sinalização acessível (visual, sonora ou tátil) para pessoas com deficiência auditiva e visual. Escadas com corrimãos em dois níveis e guarda-corpos adequados. Materiais de acabamento que não comprometam a segurança de circulação. Vale pontuar que as não conformidades acabam registradas com base na norma técnica, e o laudo aponta, de forma técnica e objetiva, quais adequações devem acabar realizadas para tornar o local acessível. Para que serve esse tipo de laudo? O laudo de acessibilidade tem como principal função diagnosticar se um espaço construído está em conformidade com os padrões legais de acessibilidade. Além de atender à legislação, ele serve de base técnica para orientar intervenções de adaptação arquitetônica. Sem esse diagnóstico, é inviável garantir que um imóvel esteja apto a receber todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas. Do ponto de vista jurídico, o laudo é exigido para regularização de imóveis, emissão de alvarás de funcionamento, aprovação de projetos em órgãos públicos e obtenção de licenças. Do ponto de vista social, ele contribui para que empresas, condomínios e instituições promovam ambientes inclusivos. Quando o laudo de acessibilidade é exigido? Vale pontuar que o laudo de acessibilidade acaba exigido em diversas situações. Entre elas estão: Novas edificações, no momento de aprovação e licenciamento junto a prefeituras e órgãos de fiscalização. Imóveis existentes que desejam obter ou renovar alvará de funcionamento. Processos de regularização fundiária ou mudanças de uso do imóvel. Adequações exigidas por auto de infração, denúncia ou recomendação de órgãos públicos. Além das obrigações legais, algumas empresas optam por elaborar o laudo de forma preventiva, como parte de suas políticas de responsabilidade social ou para atender normas internas de acessibilidade corporativa. Quem pode emitir? Por fim, vale saber que a elaboração do laudo de acessibilidade é uma atribuição exclusiva de profissionais legalmente habilitados: engenheiros ou arquitetos com registro no respectivo conselho de classe (CREA ou CAU). A emissão do documento deve estar acompanhada de uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou RRT (Registro de Responsabilidade Técnica), o que garante a validade legal do conteúdo. A contratação de um profissional especializado em acessibilidade, por sua vez, acaba recomendada, pois esse conhecimento específico é essencial para interpretar corretamente as exigências da norma NBR 9050, identificar as inconformidades com precisão e propor soluções viáveis para a adequação do espaço. A Medvitae Arquitetura tem essa especialização. Converse com a nossa equipe agora mesmo pelo WhatsApp!
Acessibilidade na Hotelaria: como se adequar para melhorar a experiência do consumidor PCD
A acessibilidade na Hotelaria ainda é pouco explorada, porém um direito fundamental para garantir que pessoas com deficiência possam usufruir dos serviços de hospedagem de forma plena e autônoma. Em hotéis, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência e outras regulamentações estabelecem diretrizes claras para adaptar os estabelecimentos de hospedagem às necessidades dessas pessoas. Por isso, hoje vamos explorar melhor o assunto e entender como se adequar. Importância da Acessibilidade na Hotelaria Antes de compreender de fato o que se é necessário desenvolver para se obter acessibilidade em uma hotelaria, vale entender a importância dela atualmente. Dados recentes do Ministério do Turismo, por exemplo, destacam desafios e oportunidades no turismo para pessoas com deficiência no Brasil. Em 2023, 53,5% dos turistas com deficiência deixaram de viajar para destinos nacionais devido à falta de acessibilidade. A maioria desses turistas são mulheres (64,4%), com idade entre 41 e 50 anos (24,3%), e residentes na região Sudeste (49,1%). Além disso, 49% costumam viajar acompanhados. A pesquisa também revelou que 23,39% dos participantes possuem renda própria de até um salário mínimo, enquanto 21,30% têm renda superior a seis salários mínimos. Isso indica que, apesar das limitações de acessibilidade, há um segmento significativo com potencial econômico para o setor turístico. No cenário internacional, estima-se que 70% das pessoas com deficiência na Europa tenham capacidade financeira e física para viajar, representando um mercado potencial de 27 milhões de viajantes. Esses dados reforçam a importância de investimentos em infraestrutura e serviços acessíveis para atender a essa demanda crescente e promover a inclusão no turismo. Como adequar a Acessibilidade na Hotelaria Após saber o quanto a falta de acessibilidade tem afetado o público em potencial, fica claro que hotéis ainda precisam melhorar seus ambientes para se tornarem mais inclusos. E como se adequar? A seguir a Medvitae Arquitetura selecionou alguns pontos a serem considerados. Para meios de hospedagem já existentes Os estabelecimentos construídos até 29 de junho de 2004 devem observar exigências específicas para garantir a acessibilidade, tanto nos dormitórios quanto nas áreas comuns. Assim, se o hotel já existe há um bom tempo será necessário adequar principalmente quartos e áreas comuns. Segundo as regras, é necessário que 10% dos dormitórios sejam acessíveis. Desses, ao menos 5% devem seguir as especificações construtivas detalhadas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), como dimensões adequadas para acesso e circulação, banheiros acessíveis, chuveiros com barras deslizantes, e sistemas de comunicação acessíveis (como campainhas sonoras e luminosas). O restante dos 10% pode contar com ajudas técnicas, como barras de apoio no chuveiro e dispositivos de amplificação de som. As áreas comuns, como recepção, garagens, elevadores e restaurantes, por outro lado, também devem ser adaptadas para garantir o acesso de pessoas com deficiência. No entanto, caso seja impossível cumprir integralmente as normas de acessibilidade, o estabelecimento deverá adotar medidas compensatórias, como o uso de dispositivos móveis com chamada em vídeo ou a disponibilização de informações em braile. Se a adaptação completa for inviável, o estabelecimento pode realizar adaptações razoáveis. Isso inclui a redução proporcional das exigências para os dormitórios, desde que atenda, ao menos, 2% dos dormitórios com as especificações de acessibilidade. O prazo para adequação dessas normas era até 3 de dezembro de 2024, conforme o Decreto nº 11.303, de 22 de dezembro de 2002. Assim, se você ainda não se adequou pode levar multa em uma possível fiscalização. Estabelecimentos que foram construídos ou reformados após 2004, mas até 2018, por outro lado, devem cumprir as mesmas exigências descritas para os meios de hospedagem já existentes. A proporção de 10% de dormitórios acessíveis é a mesma, mas a distribuição de características e recursos de acessibilidade varia conforme a tipologia do dormitório. Projetos protocolados após janeiro de 2018 Para os projetos protocolados após 2018, a exigência de acessibilidade se torna ainda mais rigorosa. Além de 10% dos dormitórios serem acessíveis, 5% devem cumprir requisitos construtivos específicos, enquanto os outros 95% podem contar com recursos de acessibilidade, como ajudas técnicas. Esses dormitórios devem ser distribuídos por todos os níveis do estabelecimento, e a distribuição deve seguir uma rota acessível, evitando a segregação das pessoas com deficiência. Microempresas e empresas de pequeno porte recebem um tratamento diferenciado e simplificado, conforme estabelecido pela Lei de Inclusão da Pessoa com Deficiência. O Decreto nº 9.405, de 11 de junho de 2018, traz regras específicas para esses tipos de empreendimentos, buscando viabilizar a implementação das normas de acessibilidade de forma proporcional e adaptada à realidade dessas empresas. Em casos em que as adaptações exigidas pela legislação não acabem viáveis devido a limitações técnicas, há alternativas previstas pelo Projeto de Lei 230/2019. O estabelecimento poderá oferecer um desconto de 10% no valor da diária para pessoas com deficiência, caso o laudo técnico comprove a impossibilidade de adaptação devido a riscos estruturais. Essa alternativa é uma forma de equilibrar a inclusão com a viabilidade técnica. Ainda não tem um laudo de acessibilidade? Converse agora mesmo com um consultor especializado.
Portas em sequência nas empresas: veja o que diz a NBR9050/20 fala sobre o assunto
A acessibilidade é um dos pilares fundamentais para a criação de espaços inclusivos, e isso inclui detalhes que, muitas vezes, passam despercebidos no dia a dia, como o espaço adequado para a utilização de portas em sequência nas empresas. Você sabia que existe uma norma específica que orienta sobre isso? Estamos falando da NBR 9050/20, que estabelece diretrizes para a acessibilidade em edificações, mobiliários, espaços e equipamentos urbanos. O Que Diz a NBR 9050/20 sobre as portas em sequência nas empresas? Segundo a norma, para garantir a acessibilidade adequada em ambientes empresariais, é essencial prever algumas características importantes das portas em sequência nas empresas. Veja quatro delas: Espaço para rotação de 360° Esse espaço acaba fundamental para que uma pessoa em cadeira de rodas consiga girar completamente em torno do próprio eixo, sem encontrar barreiras. Isso facilita a mobilidade e evita situações constrangedoras ou perigosas para o usuário. Espaço para varredura das portas A “varredura”, por outro lado, é o movimento que a porta faz ao abrir e fechar. Garantir esse espaço evita que a porta esbarre em alguém ou em algum objeto, proporcionando mais segurança e conforto. 0,60 m ao lado da maçaneta Segundo a norma, também é necessário manter um espaço de pelo menos 60 cm ao lado da maçaneta para permitir que a pessoa em cadeira de rodas consiga se aproximar, alcançar e manusear a porta com facilidade. Vão livre da porta igual ou superior a 0,80 m Conforme o item 6.11.2.4 da norma, o vão livre — ou seja, o espaço real que fica disponível para a passagem quando a porta está aberta — deve ser de, no mínimo, 80 cm. Esse espaço é o suficiente para permitir a passagem de cadeiras de rodas e outros dispositivos de mobilidade. Por que falar sobre portas em sequência nas empresas é importante? Vale pontuar que garantir esses espaços não são apenas uma questão de cumprir normas, mas de promover um ambiente inclusivo e acessível para todos. Pessoas com mobilidade reduzida, idosos, crianças e até mesmo quem está temporariamente com dificuldades de locomoção (como após uma cirurgia) se beneficiam dessas adaptações. Assim, empresas que investem em acessibilidade demonstram compromisso com a diversidade e a inclusão, além de se adequarem às legislações vigentes, o que evita multas e problemas legais. Quer melhorar o espaço da sua empresa e torná-lo mais inclusivo? Entre em contato com a Medvitae Arquitetura!
Os benefícios de investir em Inclusão nas Empresas
Em um cenário empresarial cada vez mais competitivo, investir em diversidade e inclusão nas empresas é uma estratégia que vai além de responsabilidade social — trata-se de transferências de resultados concretos e melhorar o ambiente corporativo. Empresas que promovem a inclusão entre seus colaboradores, integrando diferentes perspectivas, etnias, interesses e capacidades, tornam-se mais preparadas para enfrentar desafios e inovar em um mercado dinâmico. Uma pesquisa conduzida pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) revelou que, por exemplo, que entre as quase 14 mil empresas comprovadas, 60% experimentaram um aumento significativo nos lucros após implementarem políticas de inclusão e diversidade. Isso demonstra que um ambiente mais plural tende a ser mais produtivo, uma vez que diferentes pontos de vista enriquecem o processo de tomada de decisão, promovendo soluções mais inovadoras. Além disso, estudos publicados pela Harvard Business Review mostram que empresas com políticas inclusivas têm 17% mais colaboradores engajados e engajados a colaborar com os objetivos da organização. O respeito às diversas opiniões diminui a ocorrência de conflitos internos e cria um ambiente de trabalho mais harmonioso e focado na colaboração. Benefícios de inclusão nas empresas 1. Melhora no clima organizacional e nos resultados Quando uma empresa investe em diversidade, o clima organizacional tende a melhorar significativamente . Colaboradores que se sentem ouvidos e incluídos nas discussões internacionais estão mais interessados em se engajar e contribuir para o sucesso da organização. Além disso, a inclusão promove um ambiente de menor resistência às mudanças. Uma diversidade de ideias facilita a inovação e a evolução da empresa, o que minimiza a tendência natural de se apegar a antigas formas de trabalho. 2. Criatividade e inovação Empresas inclusivas também colhem os frutos da criatividade . Com colaboradores de diferentes origens e experiências, surgem ideias inovadoras que podem transformar produtos e processos. Em ambientes diversos, os funcionários se sentem mais motivados a compartilhar suas ideias, sabendo que serão ouvidos e valorizados. 3. Menor resistência às mudanças Outro benefício direto de uma política de inclusão é a redução da resistência às mudanças. O ser humano tende a o que já conhece, mas em um ambiente plural, onde prefere diferentes visões são debatidas, a acessibilidade de novos processos se torna mais fácil. As equipes passam a ser mais flexíveis e adaptáveis, prontas para evoluir e abraçar novos desafios. Como inserir mais inclusão nas empresas Investir em inclusão nas empresas é mais do que uma estratégia ética — é uma forma de garantir o crescimento sustentável da empresa. Ao valorizar a diversidade, à medida que as organizações ganham em inovação, clima organizacional e, acima de tudo, resultados. Assim, para as empresas que desejam prosperar no cenário atual, incorporar políticas de inclusão é um passo fundamental para se manterem relevantes e competitivas. No campo da arquitetura, por exemplo, vale preparar os espaços para receber colaboradores que necessitem de espaços inclusivos. As empresas devem garantir que todos os seus colaboradores, independentemente das suas condições físicas ou cognitivas, tenham acesso a todos os espaços e recursos. Um ponto essencial nesse processo é a obtenção de um laudo de acessibilidade, que avalia se as estruturas e os serviços da empresa estão adequados às normas vigentes, permitindo que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam desempenhar suas funções de forma plena e confortável. Nesse aspecto, contar com especialistas é fundamental. A Medvitae Arquitetura é uma referência em projetos e consultorias externas para a acessibilidade, atuando diretamente na adequação de ambientes corporativos. A empresa oferece soluções que garantem o cumprimento das exigências legais, ao mesmo tempo que proporcionam um espaço inclusivo e acessível para todos.
Autismo e Arquitetura: como projetar espaços inclusivos e seguros
Quando falamos de autismo e arquitetura, muitas vezes pensamos apenas nos aspectos comportamentais e sensoriais que afetam as pessoas com esse transtorno do neurodesenvolvimento, no entanto, a arquitetura pode influenciar o bem-estar dessas pessoas e promover ambientes mais adequados às suas necessidades singulares mais do que se imagina. Vale pontuar que o autismo não é uma doença, mas sim uma condição que requer um olhar cuidadoso e amável, especialmente ao criar espaços que contribuam para um ambiente saudável e acolhedor. A seguir, a Medvitae Arquitetura explora o assunto e traz algumas soluções para empresas que desejam adaptar seus espaços com foco na acessibilidade. Como melhorar a arquitetura para pessoas com autismo O autismo é uma condição de neurodesenvolvimento que afeta cada pessoa de forma singular, exigindo uma abordagem cuidadosa na criação de ambientes que atendam às suas necessidades sensoriais e cognitivas. A arquitetura, nesse contexto, não é apenas uma questão estética, mas uma ferramenta poderosa para promover o bem-estar e a inclusão. Ao projetar para pessoas com autismo, é essencial levar em conta elementos que ofereçam conforto e segurança, além de considerar suas particularidades sensoriais. Mas como garantir que esses espaços sejam acolhedores, especialmente em ambientes públicos? Primeiramente, há diretrizes gerais que podem ser seguidas para criar espaços inclusivos. Uma das considerações principais é a acústica. Ambientes com isolamento acústico adequados, que minimizem ruídos e ecos, por exemplo, são fundamentais para trazer uma sensação de tranquilidade. Muitas pessoas com autismo podem se sentir sobrecarregadas em espaços barulhentos, sendo essencial reduzir esses estímulos. Outro ponto essencial é a previsibilidade do ambiente. Dicas visuais, como sinalizações claras sobre o que será encontrado em cada área, podem ajudar a diminuir a ansiedade. Isso pode ser aplicado, por exemplo, em escolas, empresas ou aeroportos, onde plaquinhas indicam se a sala estimulará a visão, o som ou o tato. Essa previsibilidade ajuda a pessoa a se preparar para os estímulos e se sentir mais confortável. A rotina também é muito importante para muitas pessoas com autismo, pois a quebra de padrões pode gerar desorganização sensorial e emocional. Portanto, projete espaços que respeitem a continuidade e a rotina é uma estratégia eficaz. Ao mesmo tempo, é vital pensar em “espaços de fuga”, áreas onde uma pessoa possa se retirar e recuperar o equilíbrio sensorial quando os estímulos se tornarem excessivos. Esses espaços devem ser neutros e menos estimulantes, oferecendo um refúgio seguro. Além disso, ao desenhar espaços públicos, como aeroportos, escolas ou hospitais, é importante criar ambientes que promovam a segurança física. Isso inclui o uso de materiais acolchoados, proteção em pilares e quinas, e até mesmo graus de proteção em áreas elevadas, prevenindo acidentes. Em momentos de crise, pessoas com autismo podem se autoagredir ou agredir outras pessoas, o que torna essencial projetar locais que garantam a integridade física de todos os envolvidos. A divisão dos estímulos sensoriais em diferentes áreas também é necessária. Separar ambientes com foco em estímulos auditivos, visuais ou táteis ajuda a evitar a sobrecarga sensorial. Muitas vezes, projetar um espaço com estímulos demais pode ser aversivo para algumas pessoas, reforçando a importância de criar transições suaves entre áreas sensoriais diferentes. A importância do Laudo de Acessibilidade no autismo e arquitetura Quando se fala em criar espaços inclusivos para pessoas com autismo na arquitetura, o laudo de acessibilidade surge como um elemento essencial no processo de planejamento e execução de projetos inovadores. Emitido por profissionais especializados, como arquitetos ou engenheiros, o documento avalia o espaço e verifica se ele está adequado para garantir a segurança, o conforto e a autonomia das pessoas com necessidades especiais. No caso de indivíduos com autismo, o laudo não só avalia questões físicas, como rampas, corrimões e sinalização, mas também aspectos sensoriais que podem impactar diretamente o bem-estar dessas pessoas. A acessibilidade vai além das barreiras físicas. Ela abrange o ambiente como um todo, incluindo o controle de estímulos auditivos, visuais e táteis. Um laudo bem elaborado identifica pontos críticos onde a sobrecarga sensorial pode ocorrer, recomendando melhorias como o uso de materiais acústicos para reduzir ruídos ou a criação de áreas de transição e fuga, que ajudam as pessoas com autismo a se reorganizarem emocionalmente em situações de estresse. Além disso, ele garante que o projeto atenda às normas técnicas de acessibilidade, como a NBR 9050, que estabelecem parâmetros para a construção de ambientes inclusivos. Isso é especialmente importante em locais públicos, como aeroportos, escolas, hospitais e centros de lazer, onde é necessário abranger uma diversidade de necessidades sensoriais e cognitivas, proporcionando uma experiência segura e acessível para todos. Na Medvitae Arquitetura somos especializados na construção desse laudo. Converse com um especialista e peça o seu!
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